Empresas do BF registram crescimento de 9% em suas exportações

 

Relatório de Inteligência de Mercado do Projeto monitora o volume de negócios realizados para nove mercados-alvo
 

São Paulo, 21 de dezembro de 2012 – De acordo com dados do relatório de Inteligência de Mercado elaborado pelo Projeto Brazilian Furniture, as exportações das 55 empresas brasileiras participantes da iniciativa registraram um aumento de 9% no período de janeiro a novembro deste ano em relação ao mesmo período de 2011, totalizando US$ 69 milhões para nove mercados-alvo: África do Sul, Angola, Chile, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, México, Peru e Rússia.

 

Adriana Katekawa, responsável pela área de inteligência comercial do Projeto Brazilian Furniture, desenvolvido em parceria pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) com o objetivo promover as exportações brasileiras de móveis, destaca que os negócios realizados com o México (46%) e os Emirados Árabes (41%) foram os que mais cresceram.

 

“As exportações para o mercado mexicano saltaram de US$ 1 milhão para quase US$ 1,5 milhão e, para os Emirados Árabes, de US$ 768 mil para mais de US$ 1 milhão”, comenta, lembrando que no final deste ano o Brazilian Furniture organizou a participação de empresas brasileiras em dois importantes eventos nesses países.

 

Com a expectativa de geração de US$ 2,5 milhões em exportações para as companhias participantes do Projeto, quatro empresas do setor moveleiro - DellAnno, Ditalia, Colibri e Finestra; e duas de decoração - MZ Artes e Cristais São Marcos - participam no último mês de setembro da Index Dubai , uma das principais feiras de interiores do mundo. Já o Encontro Moveleiro Brasil-México, realizado em novembro, pode gerar mais de US$ 3 milhões em negócios para as 15 integrantes da missão comercial nos próximos meses.

 

Segundo apurou o relatório, as exportações também cresceram 22% para Angola, 11% para o Peru e 16% para os Estados Unidos, mas sofreram uma queda de 39% para a África do Sul e de 17% para o Chile.