Empresas do Projeto exportaram US$ 16 milhões para nove mercados-alvo no primeiro trimestre do ano

 

Mercado mexicano apresentou um crescimento superior a 240% no comparativo com os números dos três primeiros meses do ano passado

 

São Paulo, 30 de abril de 2013 – Nos três primeiros meses de 2013, as empresas do Projeto Brazilian Furniture exportaram US$ 16 milhões para nove países alvo (África do Sul, Angola, Chile, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, México, Peru e Rússia). Em comparação a igual período do ano passado, as vendas para o exterior apresentaram crescimento para os mercados do México (242,2%), Colômbia (38,4%), Emirados Árabes Unidos (19%), Chile (8,7%) e Peru (1,3%). As exportações para os Estados Unidos mantiveram-se estáveis na casa dos US$ 3,95 milhões.


O excelente desempenho registrado no mercado mexicano pode ser explicado como resultante das recentes ações que o Projeto Brazilian Furniture desenvolveu em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) naquele país. Em outubro do ano passado foram promovidas rodadas de negócios entre empresas brasileiras e potenciais importadores mexicanos e, no último mês de fevereiro, mais de 80 reuniões empresariais foram realizadas durante a Expomueble Invierno, em Guadalajara.


“Certamente o volume de vendas de móveis brasileiros para o México reflete o acerto da estratégia de aproximação adotada para aquele país e são alimentados pelos contatos promovidos”, analisa Adriana Katekawa, responsável pela área de Inteligência Comercial do Projeto.


No primeiro trimestre de 2013, as exportações das empresas integrantes do Brazilian Furniture atingiram US$ 16,08 milhões, contra os US$ 16,64 milhões registrados nos três primeiros meses de 2012. Essa pequena retração de 3,4% deve ser creditada, segundo Adriana Katekawa, à redução de 28% nas vendas para o mercado de Angola. “Nossas exportações para Angola continuam sólidas e essa queda deve-se ao fato de a economia daquele país estar vivendo um momento atípico, com uma dificuldade sazonal na liquidação dos pagamentos, que se reflete nos números apresentados”, conclui.